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Nós e a Ordem

Categoria: Nós e a Ordem

De quando em vez, ouvimos Enfermeiros a dizer: « A nossa Ordem não faz nada por nós».
E eu respondo por eles: ainda bem que não faz nada.
Lembro um Acordo de Empresa em que participei, há bastantes anos, em que um dos patrões dizia:
"Não posso pagar mais ao Enfermeiro, porque ele pouco ou nada faz".
"Elogiei" o seu raciocínio dizendo-lhe: quanto menos fizer o Enfermeiro mais bem é para a sua fábrica, pois é sinal de que está atento e mantém os trabalhadores operacionais, saudáveis;
Imagine que ele trabalhava muito, segundo o seu ponto de vista?!
Isso significava que havia setores parados por doença ou incapacidade dos trabalhadores daquela máquina ou setor.
Não teve outro remédio senão o de concordar comigo, dada a evidência lógica do meu argumento.
Pensem na adtapção deste mesmo argumento, aplicando-o à Ordem dos Enfermeiros e concordarão comigo: quanto menos a Ordem fizer, nos Enfermeiros, melhor é para eles.
A Ordem tem uma acção repressiva dos Enfermeiros, quando age.
A Ordem impõe deveres e só; não tem outra competência legal e correta...
O seu estatuto é um "CÓDIGO DEONTOLÓGICO" mais ou menos adaptado aos deveres profissionais do Enfermeiro.
Quando a Ordem atua, sobre o Enfermeiro, é para o castigar, por falhas ao código deontológico; certo, correto!...
Por isso, e concluindo: quanto menos a Ordem atuar, melhor vai para a saúde e bem estar dos Enfermeiros.
Há quem lhe queira atribuir o papel sindical de sindicato.
Mas isso não passa de ignorância ou malvadez de quem o faz e/ou pensa, sequer.
O que é pena e, aqui, se lamenta é: estas confusões alimentam muitas mentes Enfermeiras, o que não ajuda nem promove o conhecimento certo, válido, operativo!
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