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Nós e os Outros

Categoria: Nós e os Outros

 


Estamos em plena campanha eleitoral para duas formas de representação importantes da Classe Enfermeira: Ordem dos Enfermeiros e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)
A OE, é, como dissemos uma estrutura pesada e cara, com algumas contradições graves que quisemos corrigir, em tempo útil, mas que Maria de Belém Ministra da Saúde aquando da criação da Ordem não quis, não pôde ou não soube corrigir: é sujeitar os Enfermeiros a dois julgamentos pela mesma falta, o que contraria as normas do Direito e da Constituição;"ninguém pode ser julgado duas vezes pela mesma infracção." Mas os Enfermeiros estão sujeitos a isso.
O outro reparo é o da enormidade dos Órgãos Dirigentes: há gente a mais nas desnecessárias Direcções regionais e nacional.
As consequências são os Enfermeiros terem de pagar uma cota exorbitante, como sempre temos dito e estarem a pagar   um serviço público que compete ao Estado suportar.
Essa enormidade elefantina distorce a uniformidade de critérios e consequente avaliação de situações, subregionalizando uma representação que tem de ser necessária e obrigatoriamente nacional.
Como são poucos os que estão realmente preparados para exercerem as tarefas do cargo, têm demonstrado uma enorme incapacidade, para exercê-lo.
A tendência é fugirem para as tarefas sindicais, erro cometido pelas anteriores direcções, dado a Emérita Dª Augusta estar demasiado tempo quer à frente do SEP quer da OE. Como nunca exerceu a Enfermagem, que se saiba pelo seu currículo, desqualificou a função da Ordem
Quanto ao SEP as distorções da Profissão falam por si: confundiu-se a natureza da Classe Enfermeira com o papel social do "proletariado", baralhando tudo entre os golas brancas e os golas azuis.
O resultado final intermédio foi a destruição da Carreira, por manifesto desconhecimento da utilidade e necessidade prática das diferentes categorias, porque nunca entenderam as esferas da concepção, as da supervisão e as da execução.
Mas não os culpemos, pois ninguém nasce ensinado. A culpa é de quem os elege, para cargos que subvertem por manisfesta ignorância.

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